Orações do Dia

7 de Março de 2026

De Manhã

Amor misericordioso e clemente Agradeço-Te, Senhor, por este novo dia e pelo teu amor que sempre me acolhe. No Evangelho, leio: “Este acolhe os pecadores e come com eles” (Lc 15, 2). O teu coração é misericordioso e clemente, abraça-me na minha fragilidade e respeita a minha liberdade. Hoje, pergunto-me: serei capaz de perdoar aqueles que me ofenderam? Inspira-me, Jesus, a deixar para trás a mágoa e a escolher a paz, permitindo que o teu amor transforme as minhas atitudes. Que o perdão que ofereço seja caminho de libertação para mim e sinal de esperança para o mundo. Rezo a Oração de Oferecimento e entrego o meu dia pela intenção do Papa.

Amém!

(©Click 2 Pray)

VERBUM DE DEI

Verbum Dei 2026 03 07

“Grande é a Tua misericórdia!” ORAÇÃO INICIAL Bendigo-te Senhor! Que eu não esqueça nenhum dos Teus benefícios! Tu não estás sempre a repreender, nem guardas ressentimento, não nos tratas segundo os nossos pecados
nem nos castigas segundo as nossas culpas. Como a distância da terra aos céus, assim é grande a Tua misericórdia.
Como o Oriente dista do Ocidente, assim Tu afastas de nós os nossos pecados. cf. Salmo 103 PALAVRA DE DEUS Leitura do Evangelho de S Lucas 15, 1-3.11-32: Naquele tempo, os publicanos e os pecadores aproximavam-se todos de Jesus, para O ouvirem. Mas os fariseus e os escribas murmuravam entre si, dizendo: «Este homem acolhe os pecadores e come com eles». Jesus disse-lhes então a seguinte parábola: «Certo homem tinha dois filhos. O mais novo disse ao pai: ‘Pai, dá-me a parte da herança que me toca’. O pai repartiu os bens pelos filhos. Alguns dias depois, o filho mais novo, juntando todos os seus haveres, partiu para um país distante e por lá esbanjou quanto possuía, numa vida dissoluta… Então, caindo em si, disse: ‘Quantos trabalhadores de meu pai têm pão em abundância, e eu aqui a morrer de fome! Vou-me embora, vou ter com meu pai` Ainda ele estava longe, quando o pai o viu: encheu-se de compaixão e correu a lançar- se-lhe ao pescoço, cobrindo-o de beijos…disse aos servos: ‘Trazei depressa a túnica mais bela e vesti-lha. Ponde-lhe um anel no dedo e sandálias nos pés. Trazei o vitelo gordo e matai-o. Comamos e festejemos, porque este meu filho estava morto e voltou à vida, estava perdido e foi reencontrado’. » PISTAS DE ORAÇÃO A nossa gatinha, sempre que estamos em casa, procura vir aconchegar-se junto de nós. Procura a proximidade, o contacto, o calor. Ao preparar as pistas, consciente dos vários contextos que vivemos, das retaliações violentas dos poderosos, dos efeitos devastadores das alterações climáticas para tantos irmãos nossos… a atitude da Kikas remete-me para Ti, Pai. Procuro avivar a memória do caminho que tens feito comigo. No Advento convidaste a pedir-Te um sinal onde quer que nos encontremos e afirmaste: ´peças ou não, procures ou não a Minha proximidade, o Meu calor, as Minhas indicações, Eu dar-te-ei sempre o mesmo sinal: Far-me-ei presente e próximo. Não para te condenar, não para Me impor. Antes, para ser Emanuel, Deus convosco, para vos aquecer e abraçar com amor incondicional; para vos erguer e ajudar a recomeçar, uma e outra vez.` (cf. Is 7, 10-14). Nesta Quaresma Tens repetido o convite: `converte-te, muda a direção do teu andar, aproxima-te de Mim, sente o Meu calor e toque, aprende Comigo`. Muitos dos Evangelhos lidos mostram Jesus consciente do modo como nós, humanos, tendemos a gerir o Poder. Tendemos a querer dominar, a fazer justiça julgando e condenando, a obter privilégios e ganhar dividendos. Vejo Jesus dedicado a ensinar outro modo de nos relacionarmos, a partir do Teu modo, Pai. Tu que és Deus, Mestre, Todo-poderoso, Rico e dono de todos os bens, permaneces determinado – façamos nós o que fizermos – a colocar tudo em função do reencontro com cada um de nós. Permaneces Emanuel, Deus connosco. Permanece em Ti o desejo de nos abraçar, perdoar e erguer. Voltas a confiar-nos os Teus bens e a desafiar-nos a descobrir a Alegria de tratar os outros como Tu. Jesus explica-o na Parábola de hoje. E, como se não bastasse, dentro de pouco, vê-lo-emos a exemplificá-lo e comprová-lo até ao extremo, com a vida e com a morte. E veremos o Pai a resgatá-lo e ratificá-lo, ressuscitando-O. E, uma vez mais, Jesus em comunhão conTigo Pai, dá mesmo Sinal: “ veio Jesus, pôs-se no meio deles e disse-lhes: «A paz esteja convosco!» (Jo 20,19). ORAÇÃO FINAL Querido Pai, querido Jesus, obrigada pelo Vosso Amor, tão consistentemente demonstrado. Pedimos-Te que a memória dele nos faça procurar-Vos sempre que nos perdermos nos nossos enganos. Ajuda-nos a descobrir aquela pessoa concreta a quem posso hoje oferecer um amor como o Vosso, com a confiança na Festa e na Alegria que podemos chegar a viver juntos.

(©Verbum Dei)

De Tarde

Rezemos juntos Faço uma pausa antes de continuar com minhas atividades rezando a oração do mês pelo desarmamento e a paz. “Senhor da Vida, que moldaste cada ser humano à tua imagem e semelhança, cremos que nos criastes para a comunhão, não para a guerra, para a fraternidade, não para a destruição.” (Papa Leão XIV) Paro para saborear estas palavras e me proponho a viver nesta tarde com mais atenção os gestos de comunhão com os meus irmãos. Um sorriso, um “obrigado”, deixando passar um incômodo, facilitando a tarefa de outros…

Amém!

À Noite

Aprender de la experiencia Senhor, a cada dia me convidas a descobrir-te em minha vida cotidiana. Ao final deste dia quero dedicar alguns momentos para repassar a semana e recolher as experiências mais significativas. Acolho as recordações que vêm ao coração, atento aos sentimentos e desejos que me despertam. Dá-me, Senhor, a graça de aprender com as experiências desta semana. Que eu acolha o que me aproxima de Ti e já não repita o que me tira a paz, as respostas menos amorosas em relação aos meus irmãos e à Ti. Ajuda-me a viver como um aprendiz sempre a caminho. Pai-Nosso.

Amém!

(©Click 2 Pray)

Liturgia

Antífona de entrada Sl 144, 8-9 O Senhor é clemente e compassivo, paciente e cheio de bondade. O Senhor é bom para com todos e a sua misericórdia se estende a todas as criaturas. Oração coleta Senhor nosso Deus, que pelos vossos dons maravilhosos nos fazeis participantes dos bens eternos ainda nesta vida mortal, guiai-nos de tal modo nos caminhos deste mundo que possamos chegar à luz eterna em que habitais. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. LEITURA I Mq 7, 14-15.18-20 «Lançará para o fundo do mar todos os nossos pecados» Outra vez, a semana termina com uma luz serena e repousante, é sábado, hoje a luz da paz reencontrada. Deus é como o pastor que conduz o rebanho com o seu cajado de amor. Nos dias feriais da Quaresma, as leituras são escolhidas em função uma da outra, e, normalmente atingem o seu sentido maior no Evangelho. Hoje, claramente a leitura do profeta, que já se apoia nos tempos anteriores à saída do Egito, – os dias de outrora – para anunciar a misericórdia do Senhor, prepara maravilhosamente a leitura do Evangelho sobre o mesmo tema. Leitura da Profecia de Miqueias Apascentai o vosso povo com a vossa vara, o rebanho da vossa herança, que vive isolado na selva, no meio de uma terra frutífera, para que volte a apascentar-se em Basã e Galaad, como nos dias de outrora; mostrai-nos prodígios, como nos dias em que saístes da terra do Egito. Qual é o deus semelhante a Vós que perdoa o pecado e absolve a culpa deste resto da vossa herança? Não guarda para sempre a sua ira, porque prefere a misericórdia. Ele voltará a ter piedade de nós, pisará aos pés as nossas faltas, lançará para o fundo do mar todos os nossos pecados. Mostrai a Jacob a vossa fidelidade e a Abraão a vossa misericórdia, como jurastes aos nossos pais, desde os tempos antigos. Palavra do Senhor. SALMO RESPONSORIAL Salmo 102 (103), 1-2.3-4.9-10.11-12 (R. 8) Refrão: O Senhor é clemente e cheio de compaixão. R. Ou: Senhor, sois um Deus clemente e compassivo. R. Bendiz, ó minha alma, o Senhor e todo o meu ser bendiga o seu nome santo. Bendiz, ó minha alma, o Senhor e não esqueças nenhum dos seus benefícios. Refrão Ele perdoa todos os teus pecados e cura as tuas enfermidades. Salva da morte a tua vida e coroa-te de graça e misericórdia. Refrão Não está sempre a repreender nem guarda ressentimento. Não nos tratou segundo os nossos pecados nem nos castigou segundo as nossas culpas. Refrão Como a distância da terra aos céus, assim é grande a sua misericórdia para os que O temem. Como o Oriente dista do Ocidente, assim Ele afasta de nós os nossos pecados. Refrão ACLAMAÇÃO ANTES DO EVANGELHO Lc 15, 18 Refrão: Louvor e glória a Vós, Jesus Cristo, Senhor. Repete-se Vou partir, vou ter com meu pai e dizer-lhe: Pai, pequei contra o Céu e contra ti. Refrão EVANGELHO Lc 15, 1-3.11-32 «O teu irmão estava morto e voltou à vida» De novo, ao sábado, a liturgia é portadora de um feliz anúncio de misericórdia, de graça, de vida, de ressurreição. A parábola do filho pródigo, que mais exactamente se deveria chamar a parábola do Pai misericordioso, sublinha os vários momentos do caminho penitencial: depois do pecado, que leva para longe do Pai, a experiência da vida de pecado, que, aceite em humildade, leva o pecador a cair em si, a recordar-se da casa paterna e a desejar regressar; o amor do Pai, que todos os dias espera o regresso do filho e, como dom desse amor, o convida a voltar; o encontro do perdão; a reintegração no meio dos irmãos; e até o banquete de festa que o Pai oferece ao pecador que se arrepende e pede perdão. Experiência como esta é a que o povo de Deus tantas vezes tem feito, como o testemunha, na primeira leitura, a antiga oração penitencial do livro de Miqueias, que vai ser também nossa oração de hoje. Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas Naquele tempo, os publicanos e os pecadores aproximavam-se todos de Jesus, para O ouvirem. Mas os fariseus e os escribas murmuravam entre si, dizendo: «Este homem acolhe os pecadores e come com eles». Jesus disse-lhes então a seguinte parábola: «Certo homem tinha dois filhos. O mais novo disse ao pai: ‘Pai, dá-me a parte da herança que me toca’. O pai repartiu os bens pelos filhos. Alguns dias depois, o filho mais novo, juntando todos os seus haveres, partiu para um país distante e por lá esbanjou quanto possuía, numa vida dissoluta. Tendo gasto tudo, houve uma grande fome naquela região e ele começou a passar privações. Entrou então ao serviço de um dos habitantes daquela terra, que o mandou para os seus campos guardar porcos. Bem desejava ele matar a fome com as alfarrobas que os porcos comiam, mas ninguém lhas dava. Então, caindo em si, disse: ‘Quantos trabalhadores de meu pai têm pão em abundância, e eu aqui a morrer de fome! Vou-me embora, vou ter com meu pai e dizer-lhe: Pai, pequei contra o Céu e contra ti. Já não mereço ser chamado teu filho, mas trata-me como um dos teus trabalhadores’. Pôs-se a caminho e foi ter com o pai. Ainda ele estava longe, quando o pai o viu: encheu-se de compaixão e correu a lançar- se-lhe ao pescoço, cobrindo-o de beijos. Disse-lhe o filho: ‘Pai, pequei contra o Céu e contra ti. Já não mereço ser chamado teu filho’. Mas o pai disse aos servos: ‘Trazei depressa a túnica mais bela e vesti-lha. Ponde-lhe um anel no dedo e sandálias nos pés. Trazei o vitelo gordo e matai-o. Comamos e festejemos, porque este meu filho estava morto e voltou à vida, estava perdido e foi reencontrado’. E começou a festa. Ora o filho mais velho estava no campo. Quando regressou, ao aproximar-se da casa, ouviu a música e as danças. Chamou um dos servos e perguntou-lhe o que era aquilo. O servo respondeu-lhe: ‘O teu irmão voltou e teu pai mandou matar o vitelo gordo, porque chegou são e salvo’. Ele ficou ressentido e não queria entrar. Então o pai veio cá fora instar com ele. Mas ele respondeu ao pai: ‘Há tantos anos que te sirvo, sem nunca transgredir uma ordem tua, e nunca me deste um cabrito para fazer uma festa com os meus amigos. E agora, quando chegou esse teu filho, que consumiu os teus bens com mulheres de má vida, mataste-lhe o vitelo gordo’. Disse-lhe o pai: ‘Filho, tu estás sempre comigo e tudo o que é meu é teu. Mas tínhamos de fazer uma festa e alegrar-nos, porque o teu irmão estava morto e voltou à vida, estava perdido e foi reencontrado’». Palavra da salvação. Oração sobre as oblatas Por estes santos mistérios, Senhor, concedei-nos os frutos da redenção, para que nos libertem dos excessos terrenos, e nos alcancem os bens celestes. Por Cristo nosso Senhor. Prefácio da Quaresma. Antífona da comunhão Cf. Lc 15, 32 Alegra-te, meu filho, porque o teu irmão estava morto e voltou à vida, estava perdido e foi encontrado. Oração depois da comunhão Este sacramento que recebemos, Senhor, atue profundamente em nossos corações e nos comunique a sua força divina. Por Cristo nosso Senhor.

Oração sobre o povo Sede propício, Senhor, às súplicas dos vossos fiéis e curai a fragilidade das suas almas, de modo que, obtendo o perdão das culpas, se alegrem sempre com a vossa bênção. Por Cristo nosso Senhor.

(©Liturgia)

HOMILIA

Homilia 2026 03 07

(©Pe Paulo Ricardo)

SANTO

Santas Perpétua e Felicidade, mártires do século II, protetoras das grávidas

Origem Muitas mulheres, jovens, mães, foram martirizadas no ano 203, em Cartago (norte da África, atual cidade de Túnis). Dentre elas, Perpétua, que tinha aproximadamente 22 anos. Era nobre de família rica, sendo seu pai o único da família a ser pagão. Quando foi levada para a prisão, tinha um filho recém-nascido. Felicidade era escrava de Perpétua e, quando foi para a prisão, estava com oito meses de gestação e deu à luz uma menina neste lugar.

O cárcere Elas foram presas por causa de um decreto do imperador romano, Lúcio Septímo Severo, que condenaria à morte aqueles que se considerassem cristãos. Em seus escritos, Perpétua narra: “Nos jogaram no cárcere e eu fiquei consternada, porque nunca tinha estado em um lugar tão escuro. O calor era insuportável e éramos muitas pessoas em um subterrâneo muito estreito. Parecia que ia morrer de calor e de asfixia, e sofria por não poder ter, junto a mim, o meu filho, que era de tão poucos meses e necessitava muito de mim. O que eu mais pedia a Deus era a graça para ser capaz de sofrer e lutar por nossa santa religião”.

Entre os textos cristãos mais antigos Foi na prisão também que as companheiras, pelo batismo, oficializaram a pertença delas a Deus. Ainda na prisão, Perpétua escreve, em um diário, as atrocidades que viveu naquele lugar, ressaltando a sua coragem e amor a Cristo. Esse diário é considerado um dos textos cristãos mais antigos, ele é conhecido hoje como: a Paixão das Santas Perpétua e Felicidade (em Latim: Passio sanctarum Perpetuae et Felicitatis).

Santas Perpétua e Felicidade: invocadas pelas mulheres grávidas Martírio As duas foram lançadas na arena juntamente com outros companheiros para serem pisoteadas por touros e vacas. Perpétua foi a primeira a ser atingida. Felicidade a ergueu do chão, ficando lado a lado, dando força uma a outra e demonstrando coragem, que é própria dos mártires. Perpétua animou o grupo com estas palavras: “Fiquem firmes na fé e amem-se uns aos outros, todos vocês! Não deixem que o martírio seja pedra de tropeço para vocês.”

Degolada Felicidade foi a primeira a ser degolada. Em seguida, o soldado, que faria o mesmo com Perpétua, errou o local do golpe, fazendo com que ela lançasse um grito de dor, mas, com sua mão, ela indicou, ao seu algoz, o local a ser cortado pelo machado dele.

Oração “Deus Todo-poderoso, que destes às mártires Santas Perpétua e Felicidade a graça de sofrer pelo Cristo, ajudai também a nossa fraqueza, para que possamos viver firmes em nossa fé, como elas não hesitaram em morrer por Vosso amor. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso filho, na unidade do Espírito Santo. Amém!”

”Santas Perpétua e Felicidade, rogai por nós.”

Minha oração “Sofrer e morrer com a convicção de que o céu está reservado para mim! Senhor, como as Santas Perpétua e Felicidade, dai-me a graça de viver assim. Pedimos, porque, se não for a sua graça, não conseguiremos. Assiste-nos!”

Santas Perpétua e Felicidade, rogai por nós!

REZAR O TERÇO

Mistérios Gozosos

REZAR COM O PAPA  

Intenção para Março de 2026

Pelo desarmamento e pela paz

Rezemos para que as nações avancem em direção a um desarmamento efetivo, especialmente o desarmamento nuclear, e para que os líderes mundiais escolham o caminho do diálogo e da diplomacia em vez da violência.

Vídeo do Papa Março de 2026

https://youtu.be/s1CBCcEIkME?si=O39BT13YdU50-mt4

Oração mensal

Senhor da Vida, que moldaste cada ser humano à tua imagem e semelhança, acreditamos que nos criaste para a comunhão, não para a guerra, para a fraternidade, não para a destruição. Tu, que saudaste os teus discípulos dizendo: “A paz esteja convosco”, concede-nos o dom da tua paz e a força para torná-la realidade na história. Hoje elevamos a nossa súplica pela paz no mundo, pedindo que as nações renunciem às armas e escolham o caminho do diálogo e da diplomacia. Desarma os nossos corações do ódio, do rancor e da indiferença, para que possamos ser instrumentos de reconciliação. Ajuda-nos a compreender que a verdadeira segurança não nasce do controlo que alimenta o medo, mas a confiança, a justiça e a solidariedade entre os povos. Senhor, ilumina os líderes das nações, para que tenham a coragem de abandonar projetos de morte, parar a corrida ao armamento e colocar no centro a vida dos mais vulneráveis. Que nunca mais a ameaça nuclear condicione o futuro da humanidade. Espírito Santo, faz de nós construtores fiéis e criativos de paz quotidiana: no nosso coração, nas nossas famílias, nas nossas comunidades e nas nossas cidades. Que cada palavra amável, cada gesto de reconciliação e cada decisão de diálogo sejam sementes de um mundo novo. Amém.

Oração de oferecimento

Pai de bondade, eu sei que estás comigo. Aqui estou neste dia. Coloca mais uma vez o meu coração junto ao Coração do teu Filho Jesus, que se entrega por mim e que vem a mim na Eucaristia. Que o teu Espírito Santo me faça seu amigo e apóstolo, disponível para a sua missão de compaixão. Coloco nas tuas mãos as minhas alegrias e esperanças, os meus trabalhos e sofrimentos, tudo o que sou e tenho, em comunhão com meus irmãos e irmãs desta rede mundial de oração. Com Maria, ofereço-Te o meu dia pela missão da Igreja e pelas intenções de oração do Papa e do meu Bispo para este mês.

Atitudes

Renunciar às armas e ao confronto em favor do diálogo

Tornar-se instrumentos de paz. A verdadeira paz nasce de um coração reconciliado. Semear a paz no mundo começa por viver a paz no quotidiano. O desarmamento que transforma as nações começa pelo desarmamento interior (Cfr. Passo 3, O Caminho do Coração – Escolher caminhos de vida. Rejeitar o que conduz à morte).